Revolução no Consumo de Apps: Desenvolvedores Apoiam-se na Economia de Assinaturas

Arrecadação sobe 21,6% para US$ 155,8B (R$ 837,4B) em 2025; apps não-jogo sobem 33,9%

Desaceleração no Download, Aceleração nas Arrecadações

Em 2025, os downloads de apps móveis caíram 2,7% para 106,9 bilhões, mas as receitas pularam 21,6% para US$ 155,8 bilhões (R$ 837,4 bilhões), segundo o relatório da Appfigures. A economia de assinaturas e compras dentro de apps se consolidou como motor dos desenvolvedores, mesmo com a redução de 23% no número de downloads desde o pico de 2020.

Apps Não-Jogo Supera Games pela Primeira Vez

Apesar do jogo mobile ainda liderar com US$ 72,2 bilhões (R$ 388,3 bilhões), o crescimento de 33,9% em apps não-jogo (US$ 82,6 bilhões/R$ 443,1 bilhões) ultrapassou a categoria. No mercado dos EUA, a evolução foi ainda mais acentuada: gastos em apps não-jogo subiram 26,8% para US$ 33,6 bilhões (R$ 180,5 bilhões).

Startups Apoiam Nova Dinâmica de Monetização

Plataformas como RevenueCat (US$ 50 milhões, R$ 268,5 milhões) e Appcharge (US$ 58 milhões, R$ 311,46 milhões) estão impulsionando a transição para modelos sustentáveis. Liftoff Mobile, que auxilia no marketing de apps, anunciou recentemente oferta de IPO.

Desaceleração no Brasil?

No Brasil, o cenário reflete a tendência global: downloads caíram 4,2% para 10 bilhões, mas gastos subiram 18,1% para US$ 55,5 bilhões (R$ 298,1 bilhões). A economia de assinaturas está reconfigurando o ecossistema, mesmo com críticas ao modelo.

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