Revolução IA: X falha em impedir deepfakes inapropriados

Apesar de restrições técnicas e bloqueios geográficos, X enfrenta desafios na contenção de IA geradora de imagens íntimas sem consentimento

Atualizações falhas na IA Grok

Em Janeiro de 2026, a plataforma X anunciou medidas técnicas para impedir o uso do assistente de IA Grok na edição de imagens de pessoas reais em poses sexualizadas. Apesar das atualizações, testes revelam que usuários ainda conseguem gerar deepfakes não consensuais usando prompts como “vestir biquíni” ou “editar em roupas íntimas”.

Restrições geográficas e acesso pago

X implementou bloqueios geográficos em jurisdicionais onde a geração de imagens íntimas sem consentimento é ilegal. Além disso, a edição de imagens via Grok foi limitada a assinantes pagos, como medida para rastrear usuários mal-intencionados. Contudo, nossos testes confirmam que a funcionalidade permanece vulnerável a engenharia reversa de prompts.

Reação regulatória e polêmica

O Reino Unido, onde a prática será criminalizada em 2026, está investigando a eficácia das medidas adotadas por X. O primeiro-ministro Keir Starmer classificou as ações da empresa como “um começo”, mas reforçou que “o combate a deepfakes necessita de soluções tecnológicas mais robustas”. A Ofcom, reguladora britânica, já iniciou inquérito sobre a responsabilidade de plataformas digitais.

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