Rússia anuncia: Tropas da OTAN em Ucrânia são alvos legítimos
Rússia eleva tensão na Ucrânia: BRICS e OTAN alertam sobre riscos em 2026

Ministério da Defesa russo declarou oficialmente que as forças de peacekeeping do Ocidente deslocadas para a Ucrânia serão tratadas como “alvos legítimos” caso entrem em combate contra as tropas russas. A ameaça foi divulgada após uma reunião do Conselho de Segurança Nacional, reforçando a posição de Moscou de não reconhecer a soberania ucraniana em territórios anexados em 2022. A declaração, transmitida via nota oficial, amplia a tensão em um contexto em que a OTAN avalia reforçar a presença militar na fronteira ucraniana até o final de 2026.
O anúncio gerou reações imediatas. O Departamento de Estado dos EUA classificou a postura como “ameaça desproporcional à paz”, enquanto a União Europeia convocou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU para discutir mecanismos de proteção às forças humanitárias. Na Ucrânia, a presidente Volodchenko afirmou, em coletiva transmitida ao vivo, que “qualquer ação ofensiva contra tropas estrangeiras será revidada com firmeza”.
No plano econômico, analistas observam que o movimento pode impactar os preços do petróleo e do gás natural. Com a Rússia ameaçando interromper exports para a Europa caso novas sanções sejam aprovadas, a cotação do barril de Brent subiu 1,8% nas bolsas de Londres e Nova York. No Brasil, o dólar comercial subiu para R$ 5,38, mas o Ministério da Economia garante que “os mercados locais mantêm estabilidade, dado o equilíbrio fiscal vigente”.
Demissão de Lewandowski mobiliza debate
Separadamente, o advogado-geral da União, Ricardo Lewandowski, entregou oficialmente a carta de demissão ao Presidente Lula, encerrando um ciclo de 12 anos à frente do órgão. A saída ocorre em meio a críticas por supostas atuações “politicizadas” em processos de interesse internacional, como o caso do acordo de extradição com a Suíça. A presidente do STF, Rosa Weber, será a nova interventora, mas o Congresso Nacional tem prazo de 60 dias para nomear substituto, ampliando especulações sobre o futuro da jurisdição penal no país.



