Mudou tudo: EUA capturam Maduro e Venezuela em choque em 2026

Operação dos EUA na Venezuela desestabiliza relações globais

Operação dos EUA na Venezuela: Reações, Impactos e Cenário de 2026

Caracas vive uma crise sem precedentes após a captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, em uma operação conduzida pelas Forças Especiais dos Estados Unidos na noite do último domingo (4/1). A ação, batizada de “Operação Resolução Absoluta”, mobilizou 150 aeronaves e resultou na transferência imediata dos dois para Nova York, onde Maduro enfrenta acusações de narcotráfico e narcoterrorismo. Apesar da ausência de balanços oficiais sobre vítimas venezuelanas, autoridades cubanas confirmaram a morte de 32 cidadãos cubanos durante os combates.

Reações do Apoio Chavista

Manifestações de apoio a Maduro marcaram o centro de Caracas na sequência da operação. Grupos de apoio paramilitares e trabalhadores públicos convocaram uma “marcha pela libertação”, enquanto moradores expressaram sentimentos de tração e indignação. “Pensamos que nosso presidente foi traído”, afirmou Rosa Contreras, líder social em Antímano, destacando a firmeza de Maduro em vídeos transmitidos durante o desembarque nos EUA. Jovens e aposentados, como Elin Mata, repetiram o lema “Devolvam Nicolás” em tom de alerta contra uma “nova intervenção imperialista”.

Consequências Geopolíticas e Econômicas

A captura de Maduro acelera uma crise que já coloca a Venezuela à beira da colapso estrutural. Com a vice-presidente Delcy Rodríguez assumindo interinamente o cargo, o país enfrenta uma dualidade de poder: o governo interino reconhece Trump como legítimo, enquanto Maduro, desde Nova York, declara-se “prisioneiro de guerra” e mantém influência sobre aliados latino-americanos. A economia, já fragilizada por anos de sanções e inflação, sofreu nova recessão em janeiro de 2026, com escassez de alimentos e filas em supermercados. A cotação do dólar, em R$ 5,37, amplia a precarização do bolso das famílias em um contexto de desemprego estrutural.

Cenário de Conflito e Desafios

Donald Trump assegurou que a operação foi “executada sem baixas entre as forças americanas”, mas as autoridades venezuelanas não apresentaram balanços oficiais sobre o impacto local. O ministro da Defesa Vladimir Padrino López acusou os EUA de “assassinar escoltas de Maduro a sangue frio”, sem detalhar o número. Enquanto isso, grupos chavistas reforçam discursos de resistência, como Gelen Correa: “Vocês vão nos encontrar armados até os dentes”. A tensão internacional cresce, com observadores alertando para riscos de uma escalada militar no Caribe, região estratégica para fornecimento de petróleo à Europa e aos EUA.

Cotação do Dia: R$ 5,37 | Fonte: Banco Central da Venezuela

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