EUA x Lula: Tensão máxima na geopolítica global em 2026
BRICS e UE divididos enquanto isolamento de Lula ameaça diplomacia em 2026

EUA confirmam estratégia de controle sobre Venezuela: “decisões e venda de petróleo serão conduzidas nos moldes norte-americanos”
O governo dos Estados Unidos reforçou publicamente, em 2026, sua posição de impor limitações sobre as decisões políticas e a exploração do petróleo venezuelano, em uma estratégia que coloca a nação sul-americana em um dilema estratégico. Segundo comunicado oficial divulgado pela Casa Branca, “os EUA continuarão exercendo influência decisiva sobre as políticas energéticas e diplomáticas da Venezuela, garantindo que a exportação de petróleo siga os critérios de estabilidade global”. A ameaça aberta de interromper negociações multilaterais caso Caracas não ceda a pressões econômicas reforça o cenário de tensão crescente no Caribe.
Alinhamento com Venezuela sob análise crítica — A posição do Brasil, defendida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de apoiar o governo de Nicolás Maduro, gerou reações em cadeia na comunidade internacional. Embaixadas da União Europeia e do G7 alertaram sobre o “risco de isolamento” do país caso continue consolidando alianças com regimes considerados instáveis. O Ministério das Relações Exteriores brasileiro, por sua vez, argumenta que o apoio a Caracas busca garantir uma “ordem multipolar”, rejeitando intervenções unilaterais. “A Venezuela não é um pino de xadrez”, afirmou em nota o Itamaraty.
Impactos econômicos e geopolíticos — O controle estratégico do setor petrolífero venezuelano pelo varejo internacional eleva os preços de commodities em 2026, com consequências diretas para a economia global. Estudos do Banco Mundial (dados não divulgados publicamente) sugerem que a interrupção de 10% da produção venezuelana daria um aumento de US$ 2,5 bilhões (cerca de R$ 13,45 bilhões) nas cotações do barril, pressionando especialmente economias emergentes. O Brasil, que importa 5% da sua demanda energética de Caracas, enfrenta um dilema: manter relações com Maduro ou aceitar restrições impostas pelos EUA.
Consequências para o Brasil — Diplomatas analisam que o alinhamento com regimes autoritários pode comprometer investimentos estrangeiros e acordos comerciais. “A percepção de que o Brasil está em sintonia com ditaduras pode desencorajar parcerias com o Grupo de Lima”, aponta um relatório interno do IPEA. Enquanto Washington trava uma guerra de influência, os países do Mercosul e a China observam atentamente o desenrolar da crise, buscando posicionar-se como mediadores em uma eventual escalada de conflito na região.



