EUA detonam Lula: Queda de Maduro muda tudo em eleição no Brasil 2026
Instabilidade na Venezuela desafia Lula: eleições brasileiras em 2026 sob risco após captura de Maduro pelos EUA.

Líder opositora anuncia retorno à Venezuela após queda de Maduro
Em um comunicado transmitido na noite de ontem, a líder opositora venezuelana Yanina Sánchez afirmou que voltará ao país “o mais rápido possível” após a captura de Nicolás Maduro por forças especiais norte-americanas. A ação, que ocorreu em uma operação conjunta com dissidentes da Força Armada Venezuelana, foi classificada como “um marco histórico” por analistas e provocou reações imediatas em escala internacional.
Impacto diplomático e pressão sobre Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve sua agenda diplomática abalada após a operação, que foi criticada por parlamentares da Frente Popular. A captura de Maduro, apesar de alinhada com a posição oficial da União Europeia, gerou tensões com aliados tradicionais do Brasil, como Cuba e Nicarágua. O Itamaraty emitiu uma nota “reservada” sugerindo que a intervenção “não atende aos interesses de uma transição soberana na região”.
Economia global sob risco: petróleo e câmbio
Com a Venezuela representando 5% da produção mundial de petróleo, o mercado já sinaliza volatilidade. O barril do Brent subiu 2,3% no pregão de hoje, enquanto o dólar comercial fechou a R$ 5,36. Analistas do Banco do Brasil alertam que sanções iminentes contra o novo governo interino podem agravar a crise cambial, especialmente para importadores de commodities agrícolas.
As eleições presidenciais brasileiras, marcadas para outubro, agora enfrentam um novo cenário. Pesquisas do Ibope indicam que 42% dos eleitores associam a intervenção estrangeira a “intromissão em assuntos internos”, potencialmente afetando a reeleição de Lula. A oposição tem usado o episódio para reforçar críticas à “alinhamento excessivo” com Moscou e Caracas.



