EUA com ação drástica na Venezuela: tráfico mira Brasil em 2026

BRICS teme fluxo de narcotraficantes para o Brasil após ação dos EUA na Venezuela em 2026

Washington, 18 de abril de 2026 – Os Estados Unidos intensificaram sua pressão sobre figuras-chave do governo venezuelano, com declarações oficiais apontando que o número dois do chavismo pode se tornar o próximo alvo das sanções americanas caso não colabore com as investigações em andamento sobre tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. A ação, anunciada nesta semana pelo Departamento de Estado, vem sendo recebida como um movimento estratégico para desestabilizar o regime de Nicolás Maduro, que mantém controle sobre a Venezuela há mais de uma década.

O alerta direcionado ao segundo escalão do governo chavista surge em meio a uma escalada no conflito entre Washington e Caracas. O Departamento de Estado revelou que cerca de 45% dos envolvidos em esquemas de tráfico e lavagem de dinheiro já identificados estão ligados a grupos que operam sob a proteção do governo venezuelano. “Estamos prontos para intensificar nossas medidas se não houver cooperação com as autoridades norte-americanas”, afirmou uma fonte anônima do governo dos EUA, em declaração oficial.

As implicações da ação dos Estados Unidos ultrapassam as fronteiras da Venezuela, especialmente para o Brasil. De acordo com análise do Instituto de Geopolítica e Segurança do Atlântico Sul, o avanço da pressão americana pode forçar redes de tráficos a migrarem para o norte do país, agravando o conflito entre grupos criminosos no Amazonas e Roraima. “A entrada de novos atores no cenário brasileiro pode intensificar os conflitos por controle de áreas estratégicas”, disse o pesquisador Thiago Fernandes, especialista em segurança internacional.

Impacto econômico – O cenário de maior instabilidade na Venezuela também pesa sobre a economia regional. Segundo o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o fluxo de capitais e investidores internacionais para a economia brasileira pode aumentar em até 12% nos próximos trimestres, embora isso demande uma resposta mais ágil da União para evitar que o país se transforme em um novo corredor de tráficos de alto risco. A cotação do dólar em R$ 5,38 reforça a vulnerabilidade do mercado financeiro regional à volatilidade gerada pelo conflito geopolítico. “Qualquer interrupção maior no fornecimento de petróleo e gás da Venezuela pode impactar a indústria de energia do Brasil”, destacou o economista Marcelo Lopes.

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