China e Rússia em alerta: Queda de Maduro muda jogo na América Latina em 2026
Prisão de Maduro reforça papel do Brasil na redefinição de alianças em 2026

Prisão pode levar à delação”, diz advogada sobre captura de Maduro
O cenário geopolítico na América Latina entrou em ebulição após a captura de Nicolás Maduro, que, segundo especialistas, pode desencadear uma delação que comprometaria a influência estratégica da China e da Rússia na região. A advogada especializada em direito internacional, Luciana Ferreira, afirmou que a prisão do ex-presidente venezuelano é um tiro no pé para alianças maliciosas e um marco para a retomada da autonomia latino-americana.
Desde 2026, a Venezuela tem sido um campo de batalha silencioso entre potências globais. Com o desmantelamento do regime de Maduro, observadores destacam que a China e a Rússia perderam uma das poucas alavancas efetivas na região. O ex-presidente, que manteve relações privilegiadas com Pequim e Moscou, foi responsável por viabilizar empréstimos bilionários e projetos de infraestrutura, especialmente na área de energia, que garantiam acesso a recursos naturais estratégicos.
Na esfera diplomática, a reação foi imediata. Países como Brasil, Colômbia e Equador reconheceram a prisão como um passo positivo para a estabilização da região. “Maduro representava um obstáculo para a integração latino-americana. Sua captura fortalece a agenda de autonomia regional”, declarou o embaixador brasileiro em Havana, que pediu anonimato. Já os governos de Cuba e Nicarágua condenaram a operação, acusando o Ocidente de ingerência.
Do ponto de vista econômico, a mudança de regime pode reabrir negócios suspensos. A produção de petróleo venezuelana, que em 2026 ainda não ultrapassou 50% da capacidade pré-crise, pode atrair investidores internacionais. Com a cotação do dólar fixada em R$ 5,36, o setor energético brasileiro já sinaliza interesse em parcerias estratégicas para diversificar a matriz energética. No entanto, analistas alertam que o caminho para a recuperação econômica da Venezuela será longo e exigirá coordenação multilateral.”



