BRICS: Mudança de eixo na diplomacia sul-americana

Conflito entre esquerda e direita redefine alianças estratégicas em 2026

Reconfiguração do poder em América do Sul

O anúncio do Brasil de deixar a tutela da embaixada argentina na Venezuela, após atrito entre Lula e Milei, revela uma reconfiguração de alianças que impactará diretamente a estabilidade regional em 2026. A decisão reflete a crescente polarização entre governos de esquerda e direita no continente, com implicações para o equilíbrio do BRICS.

Impactos estratégicos

O rompimento temporário nas relações entre Brasil e Argentina desencadeia ajustes na rede diplomática sul-americana. Com a adesão de Lula a pautas tradicionalmente associadas à direita (privatizações, segurança e costumes), observa-se um desgaste nas alianças históricas com governos de esquerda como o da Venezuela.

Analistas destacam que 2026 será um teste crucial para a coesão do BRICS, com o Brasil assumindo uma posição intermediária entre potências emergentes e tradicionais.

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