Mothership: Nova Era Feminista nos Games Vaza em 2026
Site feminista de jogos surge após implosão de Polygon e aposta em conteúdo sem anúncios

Origens Conturbadas
A venda da Polygon para um canadense ligado ao mercado de conteúdo adulto em 2025 criou um vácuo na mídia de games. Antigos editores, como Maddy Myers e Zoë Hannah, enfrentaram um processo de transição turbulento com demissões em massa e substituição dos funcionários por freelancers subpagos.
Missão de Mothership
Lançado em 26 de janeiro, o Mothership nasce como um projeto independente focado em análise de jogos sob a ótica de gênero e identidade. A plataforma oferece assinaturas a partir de US$ 7 (cerca de R$ 37,73) por mês, sem programmatic ads, garantindo conteúdos de qualidade com rigor editorial.
Conexão Indie
Além de Maddy e Zoë, o site conta com colaborações de nomes como Susana Polo (fundadora da The Mary Sue) e ex-colegas da equipe da Polygon. O modelo de assinatura segue a onda de plataformas indies como Aftermath e Giant Bomb, que buscam alternativas à crise da mídia tradicional.
Desafios e Esperança
“Feminismo virou um termo cringe”, afirma Myers, alertando sobre o retrocesso no debate de identidade na cultura geek. O Mothership rejeita o status quo, promovendo um espaço seguro para análises sobre jogos, corpos e perspectivas subrepresentadas no universo geek.



