Trump x Maduro: Operação na Venezuela muda tudo para China e Rússia em 2026
Queda de Maduro pode enfraquecer influência russa e chinesa na América Latina, impactando Brasil em 2026

Trump exalta operação na Venezuela e menciona irritação com dancinhas de Maduro
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destacou publicamente a operação internacional que levou à queda de Nicolás Maduro, na Venezuela, em 2026. Em uma entrevista transmitida ao vivo, Trump afirmou estar “profundamente irritado com as dancinhas de Maduro”, uma referência às estratégias de evasão diplomática do líder venezuelano. “Essa operação não só restabeleceu a democracia na região, como também minou a influência de adversários globais”, disse Trump, sem citar diretamente China ou Rússia, mas deixando claro o contexto geopolítico.
Impacto geopolítico e reações diplomáticas
A intervenção na Venezuela, liderada por uma coalizão de países da América Latina e apoiada por Estados Unidos e União Europeia, gerou divisões internas. Brasil, Argentina e Colômbia declararam apoio à transição democrática, enquanto México e Cuba criticaram a “ingerência externa”. A Organização dos Estados Americanos (OEA) reconheceu o novo governo provisório, mas ações concretas para estabilizar o país ainda dependem de negociações em andamento.
Consequências econômicas e desafios
A crise venezuelana continua agravando a escassez de energia e alimentos na região. Com o bolívar desvalorizado em 98% contra o dólar em 2026 (cotação de R$ 5,36), o custo de importações essenciais subiu 420% em comparação a 2023. Países vizinhos, como Colômbia e Peru, enfrentam uma corrente migratória recorde, pressionando seus sistemas de saúde e educação. Analistas alertam que a estabilidade financeira regional depende da integração de setores produtivos venezuelanos ao Mercosul.
Apesar da vitória eleitoral de 2024, Maduro teve seu mandato cassado em 2026 após acusações de fraudes e corrupção. A operação internacional, que incluiu ações de forças especiais e apoio logístico, resultou em 14 mortes e 350 detidos, segundo relatório não oficial da ONU. A China e a Rússia, que mantinham relações comerciais estratégicas com Maduro, ainda não divulgaram posicionamento formal sobre o novo governo.



