Vaza: GOG contra DRM, ex-dono da CD Projekt fala sobre Witcher 2

Plataforma de jogos PC defende liberdade do usuário com tecnologia 4K e sem restrições

GOG e a luta contra o DRM

O ex-dono da CD Projekt e novo proprietário da loja de jogos digitais GOG, Michał Kiciński, reafirmou a posição da plataforma contra o uso de DRM (Digital Rights Management) nos jogos. Isso ocorre 14 anos após a publicadora Bandai Namco processar a CD Projekt por remover o DRM do jogo The Witcher 2: Assassins of Kings.

Kiciński critica a abordagem de compra de jogos onde ‘você paga o preço total, mas seus direitos são mais como alguém que aluga o jogo’. Ele defende a liberdade do usuário e a capacidade de desfrutar dos jogos sem restrições, mesmo que a plataforma ou a conexão com a internet não estejam disponíveis.

A GOG é conhecida por oferecer jogos sem DRM, permitindo que os usuários façam backups e instalem os jogos sem a necessidade de uma conexão constante com a internet. Kiciński vê o DRM como uma solução ineficaz contra a pirataria, pois os jogos são pirateados de qualquer forma, e afirma que a principal razão para manter o DRM é atender aos requisitos dos donos dos jogos.

Com a aquisição da GOG, Kiciński promete manter a política de não usar DRM e continuar a oferecer jogos de alta qualidade para os usuários. Essa posição é um desafio direto às plataformas de jogos que adotam o DRM, como a Steam, e reflete a missão da GOG de proporcionar uma experiência de jogo mais livre e flexível para os jogadores.

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